fev  2011
17

Lançamento duplo em Aracajú foi um sucesso… as fotos demoraram mas chegaram! Créditos fotográficos para Acrisio Siqueira e agradecimentos especiais para Sayonara Viana.

Para ver o álbem completo clique aqui!

jan  2011
17

É amanhã às 20h o lançamento duplo de “Minas; estado de espírito” e “Retratos do Brasil profundo” na Sociedade Semear, em Aracajú!

jan  2011
7

out  2010
21

5.6 Núcleo de Fotojornalismo e Estudos Avançados da Imagem
Plantão News
Blog Teatro Caetanno
Blog LiberatiNews
Blog Indstudios

out  2010
19

E o lançamento é hoje! Te esperamos!

out  2010
18

Os primeiros frutos do Retratos na imprensa!

Portal Photos – UOL
AFNatura
Portal Ecodesenvolvimento
Images&Visions | Paraty em Foco
Plurale
Jornal O Fluminense
Dica Cultural RJ

out  2010
15

É na 3a!

Posted In: Retratos do Brasil profundo by olhares

Amigos da Olhares!
O lançamento do livro Retratos do Brasil profundo está próximo, nessa 3a, na Livraria Folha Seca, nossa parceira no Rio. Nós da Editora e José Caldas, o autor, esperamos você por lá!

out  2010
5

O post de hoje traz um pedacinho da entrevista com José Caldas, feita pelo editor Otávio Nazareth, cuja íntegra está no livro Retratos. A conversa foi registrada em Cordisburgo – terra do grande Guimarães Rosa – em junho de 2010, revelando um pouco da vida e obra do fotógrafo documentarista geográfico, como se intitula José.

*

OT: Queria que você falasse de como a coisa acontece em campo. Como você constrói seu envolvimento com os temas e ambientes que você fotografa? Com que critérios você seleciona seus objetos fotográficos? Pelo que vi, às vezes você está em campo, mas passa um tempo enorme sem empunhar a câmera. Por outro lado, quando decide fazer alguma coisa, fica um tempo enorme até esgotar o assunto. É isso mesmo?

JC: Eu não tenho isso muito claro, não, corre meio frouxo. Encontro umas pessoas, converso um tempão e não fotografo. Mas a conversa é importante para o entendimento da situação e do lugar. Às vezes, aparece uma pessoa de repente e faço a foto, e essa foto traduz aquele lugar. Mas não sei até que ponto isso é uma coisa mental. Às vezes vai da sensibilidade, em outras é mais racional, já chego na região sabendo que tem aqueles tipos, saio procurando. A coisa costuma mudar muito no caminho… de forma geral, acho que meu trabalho tende a ser mais intuitivo, vou sendo chamado pelas fotos. Elas que me acham, assim é quando funciona melhor. Mas para isso sinto que tenho que estar num certo estado de liberdade, deixando as coisas rolarem. Tem que ter tempo, coisa que cada vez temos menos quando a gente vai ficando mais velho, mais compromissado com o mundo… Por outro lado vai ficando mais esperto e mais objetivo, já sabe o que funciona. Mas certamente, quanto mais intuição você permite fluir em campo, mais solto fica o trabalho e gera um resultado mais interessante.
Bom, é como aconteceu outro dia nessa viagem. Paramos em um barzinho por causa de uma placa engraçada. Mas deu pra sentir que a foto estava na mesa de sinuca. Aí ficamos horas jogando sinuca, enturmando, naquela mesa de sinuca inglesa, impossível num lugarzinho daqueles, Cipotânea. A mesa é um patrimônio da cidade. E então aparece um coroinha que é o cara que tomou conta do bar durante 40 anos, aposentado já há uns 20. Dali a pouco vêm uns vira-latas por trás, dá uma luz. Muito bom…

out  2010
1

Gente boa desse Brasil!
Estamos fazendo uma super promoção nesse mês de outubro – o livro recém-lançado “No campo da memória, jogando conversa fora” está com 10% de desconto na nossa loja.
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set  2010
27

O Viajante

A alma do sergipano-carioca José Caldas desde cedo escolheu a fotografia para viver. Dela e com ela. Esse seu encanto pelo mundo das imagens fixas e silenciosas mora nas estradas de um Brasil menos visível, distante das grandes cidades. Um exercício constante de busca das suas origens para contar uma história de muitos capítulos sobre o homem e a paisagem.

Com vinte anos de itinerância visual por esse Brasil continental, José se autodefine como documentarista geográfico. Ao contrário da tendência contemporânea da imagem-espetáculo, construída e simulada, neste livro José aprimora o seu visor de cronista maduro e nos oferece um diálogo espontâneo com as culturas por onde passa e com as quais convive. Seus retratos surgem da convivência e da relação com seus pares a cada parada, resultado da troca afetiva entre o cidadão que fotografa e o cidadão que não fotografa – simples assim. Outra marca importante deste livro é o resgate da própria memória: seguindo a tradição dos grandes fotógrafos de viagem, José fotografou sem sair do lugar. Revisitou o seu acervo e nos apresenta, aqui, essa nova narrativa humana.

Rogério Reis
*ícone do fotojornalismo brasileiro, Rogério vive no Rio de Janeiro e é sócio da Tyba