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05/08/2025

FLIP 2025: o que não está no centro da festa mas merece atenção

A FLIP 2025 e o desafio de reconectar leitores Para a 23ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), que aconteceu de 30 de julho a 3 de agosto de 2025, a curadora literária Ana Lima Cecílio partiu de uma preocupação clara: o declínio da leitura no Brasil. Segundo ela, esse cenário pessimista, em que muitos se distanciam dos livros e a produção literária se mantém com esforço, transformou a FLIP em uma potência para expandir a leitura, formar novos leitores e revisitar o passado com novos olhares para iluminar futuros possíveis. Além disso, Ana destaca que a literatura não pode ser apenas criação estética — é uma forma poderosa de pensar e organizar o mundo, refletindo urgências sociais e políticas atuais.
A curadoria deste ano, por isso, estabeleceu um entrelaçamento entre a literatura contemporânea e os temas que demandam reflexão hoje, como desigualdade, racismo, emergência climática, direitos reprodutivos e conexão com a natureza.

A resposta das editoras aos temas contemporâneos
Nesse contexto, cresce também entre as editoras brasileiras uma consciência social mais atenta aos debates contemporâneos. Isso tem impulsionado a publicação tanto de títulos nacionais quanto de traduções internacionais que dialogam com uma curiosidade leitora em expansão — ávida por livros que se conectem com questões culturais, ambientais, políticas e afetivas.
O resultado é uma produção editorial mais diversa, engajada e afinada com os temas do nosso tempo.

Literatura e meio ambiente: A participação de Itamar Vieira Junior
A presença do premiado escritor Itamar Vieira Junior na FLIP 2025 é um exemplo eloquente dessa intersecção entre literatura e responsabilidade ambiental. Além de participar da mesa “Futuro em combustão”, Itamar também esteve ao lado da ministra Marina Silva em um encontro paralelo que reuniu literatura e política ambiental em um mesmo espaço simbólico — reforçando o poder da narrativa na sensibilização sobre os desafios climáticos.
O evento, marcado por grande público e engajamento, reafirmou o papel da literatura como ferramenta de transformação e escuta ativa.

O que não está no centro da festa — mas merece atenção
É importante reconhecer, no entanto, que o foco da FLIP continua sendo eminentemente literário — com forte presença da ficção e da não ficção ensaística. Dessa forma, muitos livros com apelo visual, científico ou prático ligados à natureza, ecologia, paisagismo e botânica nem sempre encontram espaço de exposição e venda nas vitrines do evento. Isso torna ainda mais valioso destacar títulos recentes que merecem atenção — tanto para quem esteve em Paraty quanto para leitores que desejam explorar essas temáticas por outras vias.

Quando a floresta sobe ao palco
Um bom exemplo de como o tema da natureza tem alcançado espaços de destaque em eventos literários pode ser visto na Feira do Livro 2025, realizada no centro de São Paulo. Em um dos momentos mais marcantes da programação, o médico Drauzio Varella e o botânico e paisagista Ricardo Cardim dividiram o palco principal para uma conversa sobre o encantamento da floresta e o papel vital da biodiversidade brasileira.
A mesa, que atraiu um público numeroso e atento, tratou a Mata Atlântica como uma "catedral da biodiversidade" e destacou o valor simbólico e ecológico das árvores nas grandes cidades.O sucesso do encontro evidenciou o crescente interesse dos leitores por temas ambientais e mostrou que ciência, literatura e ativismo podem caminhar juntos no imaginário editorial contemporâneo.

Livros que ampliam a conexão com o mundo natural
Entre as publicações de 2024 e 2025 que ampliam esse campo de reflexão, encontram-se obras como As flores do bem: uma história da libertação pela maconha, que reconta a trajetória de uso medicinal e simbólico das plantas, e títulos de referência como Paisagismo sustentável para o Brasil – integrando natureza e humanidade no século XXI. Outras abordagens vão da relação ancestral com a terra (Paradoxos do verde) até reflexões filosóficas como A revolução das plantas ou experiências práticas de cultivo e jardinagem, como em A planta certa para o lugar certo, Jardinagem profissional e Como salvar a Amazônia.

Editoras e autores além da FLIP
Diante desse panorama, fica o convite para olhar além das mesas da FLIP e descobrir obras que têm contribuído de forma significativa para ampliar nossa relação com o mundo natural. Editoras como Ubu, com o livro A revolução das plantas, de Stefano Mancuso; Todavia, com Como salvar a Amazônia, de Rubens Valente; Martins Fontes, com Plantas Tropicais, de Harri Lorenzi; e Oficina de Textos, com guias técnicos de botânica e paisagismo, vêm oferecendo ao público brasileiro conteúdos instigantes, sensíveis e comprometidos com o futuro do planeta. Merecem destaque também a Plantarum, pioneira na valorização do conhecimento botânico nacional, e a Olhares, que tem se consolidado como uma das editoras mais atentas às intersecções entre natureza, cultura e imaginação — contribuindo com um catálogo cuidadosamente curado e visualmente marcante para repensarmos a nossa relação com o meio ambiente.
Autores internacionais como Francis Hallé (A vida das árvores, Espécies exóticas?), Tristan Gooley (Como ler uma árvore), Juhani Pallasmaa (Animais arquitetos), Gareth Doherty (Paradoxos do verde) e Gilles Clement, entre outros, vêm oferecendo ao público brasileiro obras que conectam ciência, filosofia e estética natural de maneira inovadora. Suas reflexões, muitas vezes inéditas no mercado editorial local até poucos anos atrás, contribuem para expandir o olhar sobre paisagem, biodiversidade e relações sensíveis entre seres humanos e ambiente.
Do lado brasileiro, o movimento editorial também se fortalece com títulos e autores que partem de realidades locais para pensar o mundo. A coleção Árvores Brasileiras, por exemplo, tornou-se uma referência botânica fundamental e segue entre os grandes sucessos de catálogo até hoje, refletindo o interesse duradouro pela flora nativa. Outros exemplos recentes incluem o livro As flores do bem: uma história da libertação pela maconha, que trata da história das plantas como símbolo de resistência cultural, e a crescente valorização de publicações sobre etnobotânica, permacultura e políticas ambientais em território nacional. Essa combinação entre repertório internacional e protagonismo local revela uma maturidade editorial que se traduz em livros capazes de sensibilizar e educar, conectar ciência e narrativa, e, sobretudo, fomentar uma nova consciência ecológica entre leitores de todas as idades.

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